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Um estudo sobre dramas coreanos (parte 2)

E vamos prosseguir com a nossa análise sobre esse “borogodó” dos dramas coreanos que tanto pega a gente de jeito! No primeiro texto, procurei falar um pouco sobre algumas características que compõem a narrativa dos dramas, como uso do flashback, enquadramentos, a busca em mexer com as emoções etc.

Minha proposta neste segundo texto é explorar um pouco os clichês que compõem as tramas, seja qual for o gênero. Continue Reading

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Um estudo sobre dramas coreanos (parte 1)

Decidi escrever este artigo especificamente sobre dramas coreanos porque é muito mais fácil para alguém que não conhece o mundo dos dramas descobri-lo através destas produções. Quando falamos em dramas, porém, entende-se que são as novelas asiáticas, e aqui temos japonesas (essas sim chamadas doramas, aqui explico a diferença), as tailandesas, taiwanesas, chinesas e coreanas, que são mais conhecidas dos fãs.

Mas vamos lá: você decide assistir a um drama coreano pela primeira vez. Aquela sua amiga de infância meio esquisita encheu tanto o seu saco que você resolve ceder para ter um pouco de paz. Uma atitude geralmente secreta, até porque achar alguém que também goste de novela asiática é como descobrir que o seu colega de trabalho é, na verdade, um primo distante seu que, não importa o grau, conhece as mesmas histórias constrangedoras da família que você. Continue Reading

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Por que eu amo Healer

Atenção, este texto contém spoilers da trama

Ano novo, vida… velha! Sim, a gente continua firme e forte na dramaland, acompanhando essas histórias mais que apaixonantes que ganham fãs a cada dia. Sério, é impressionante: basta a pessoa assistir a um único episódio para ficar, no mínimo, curiosa (e eu testemunhei isso!).

Bom, como primeiro texto de 2018, gostaria de tentar explicar em algumas linhas o porquê de eu amar incondicionalmente um drama coreano que costumo chamar de “o ponto fora da curva”: Healer. Continue Reading

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Por onde eu começo??

Entrar na Dramaland é certeza de não querer sair mais! Contudo, quem nunca ficou perdido na hora de escolher o próximo drama, que atire a primeira pedra! São tantas opções, e para aumentar o nosso desespero, se juntar Coreia do Sul, Japão, China e outros países asiáticos que também produzem dramas, são lançados mais de 100 por temporada! Eu dei uma “googlada” nos de 2016 (mais recentes, né) e quase caí dura para trás ao perceber que tenho pelo menos uns 40 coreanos pra assistir (vida social para quê, minha gente?!). Continue Reading

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Um caso de amor e ódio chamado Boys Over Flowers

Este texto contém (muitos) spoilers da trama

Na Dramaland, Boys Over Flowers é praticamente um ritual de iniciação da irmandade, um batismo, o hot philadelphia pra quem nunca comeu sushi. Dizer que gosta de dramas e não saber quem é Gu Jun Pyo, Geum Jan Di e Yoon Ji Hoo é um pecado capital, crime inafiançável! Continue Reading

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Drama ou dorama?

Quando a gente descobre a Dramaland, alguns termos passam a fazer parte do nosso vocabulário, principalmente os coreanos (só quem já soltou um “Fighting!” numa tentativa de demonstrar seu apoio a um amigo sabe o que é receber de volta aquele olhar que faz você se sentir quase um extraterrestre!). Mas ainda há algumas coisinhas que nos surpreendem, por mais simples ou mesmo indiferentes que possam parecer. Continue Reading

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Um viva às OSTs!

“Por isso amo música!”

“Por quê?”

Uma cena banal de repente se enche de significado!”

(Trecho do filme “Mesmo se nada der certo” — John Carney)

Ah, a música. Eu amo música! Acho que por isso me identifiquei tanto com a personagem da Park Min Young em Healer, por gostar de cantar e dançar não importa a hora. Continue Reading

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Yes, nós temos clichês

Se tem uma coisa que impera nos dramas coreanos é o clichê. É o jovem milionário que se apaixona pela menina pobre e sofrida, a menina que finge ser menino e acaba conquistando o coração do mocinho (que, por sua vez, entra em crise de identidade por achar que é gay), personagens que possuem ligação no passado, entre outros.  Continue Reading

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Lu na Dramaland

Conheci a Dramaland há muito tempo. Na verdade, vislumbrei a sua fronteira, não cheguei a explorar de cara, mas sabia que era uma terra boa. Digo isto porque não se tinha muito acesso aos “doramas” na ocasião, era meados dos anos 2000, lembro que estava na faculdade de jornalismo, minha internet não era lá essas coisas, então tinha muita dificuldade para baixar as séries. Continue Reading